sábado, 8 de fevereiro de 2014

Eu sinto sua falta 24 horas por dia
É estranho
Pois eu nunca te tive
nem um segundo.

_Larissa A.
São coisas que nunca terão fim
Meu amor e a saudade por você
Sentirei sempre sua falta
E a falta do amor que sentia por você
O amor que nos envolvia, nos fazia bem
Será?
O destino nos dirá
O que será de nós daqui pra frente.

_Larissa A.
Tola fui...
Achei que você já não existia mais em mim
Supri com paixão
O amor desgastado que você deixou
Me iludi
Achei que você tinha sumido
Supri com carinho
A saudade que você deixou
Não precisou muito
Você voltou
De onde não deveria ter saído
Preencheu um vazio
Meu corpo precisa de você.

_Larissa A.
Eu nasci pra sentir saudade
Momento, lugares, cheiros...
Pessoas.
O aeroporto está aberto
Menos movimentado,
mais partidas.
E as chegadas?
Sempre a espera
de um voo pra casa.

_Larissa A.
O sorriso dela me fascina
Meu peito se enche
de alegria
ao te ver
Quando os pensamentos estão
me sufocando
Seu sorriso me liberta
Os pensamentos voam
como pássaros
Com o canto mais intrigante
Irritante
Exaustivo.

_Larissa A.

Te olhei e senti falta de algo
Talvez meu coração tenha se desesperado
Sua cor!
Oh minha vermelha...
Sentirei falta dos seus caracóis cor de fogo
Sentirei falta da nossa cor
Em você
em nós.

_Larissa A.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Era uma noite como outra qualquer, pelo menos por enquanto... O tempo estava agradável, nem quente demais, nem frio demais. A noite estava perfeita pra... Preferi desviar meus pensamentos, afinal, eu estava sozinha, e quem eu queria que estivesse perto, estava a quilômetros de distância. Decidi afogar meus desejos com um belo banho gelado. Quando meus pensamentos começaram a aparecer novamente meu celular tocou, torci como nunca pra que fosse ela. Minhas preses foram atendidas, como se ela soubesse que eu a queria. Uma rápida conversa fez com que meu corpo vibrasse, ela estava a caminho. Fui ao meu guarda-roupas escolher a lingerie perfeita pra quela noite. Em meio as minhas roupas achei uma lingerie rosa, apesar deu não gostar dessa cor essa era a lingerie perfeita. Os detalhes em renda em toda ela davam um toque especial, a calcinha tampava apenas o que era necessário, sim, ela era mais pequena que o normal, toda rendada, quase transparente. Ela mal sabia, mas ela teria uma surpresa essa noite. Deixei tudo arrumado, e fiquei esperando a sua chegada com todas as luzes apagadas. 
— Amor, cade você?
— Deixa sua mochila ai na sala, e vem aqui pro quarto...
A única iluminação do quarto era feita por algumas velas, em alguns cantos do mesmo. Assim que ela entrou no quarto, a primeira coisa que ela viu foi a sua bela mulher, sentada em uma cadeira, olhando-a e mordendo o lábio. 
— O que você inventou dessa vez? - disse ela, parada na porta sorrindo pra mim.
— Shiiiiu, fica quietinha vai... - disse num tom baixo, andando calmamente em direção a ela. Peguei em uma de suas mãos, e levei-a até a cadeira, peguei um lenço que estava amarrado em meu pulso e vendei seus olhos. 
— Mas... o que você vai fazer Larissa?
— Quietinha.. - disse em seu ouvido, dando uma leve mordidinha na ponta de sua orelha.
Coloquei uma musica perfeita para o momento, assim que dei play, creio que ela entendeu o que aconteceria.. Me aproximei com lentamente dela, o som do meu salto a intrigou. Sentei em seu colo, envolvi meus braços em seu pescoço, dei um curto selinho nela e comecei a dançar em seu colo. Suas mãos foram diretamente pra minha cintura, e parece que elas pediam, e eu atendia com os movimentos. Comecei rebolando lentamente em seu colo, e o lap dance começou. Suas mãos percorriam todo meu corpo, e isso me deixava cada vez mais excitada. Quando a musica acabou, meu corpo agradeceu pois já não suportava mais ficar sem os toques daquela mulher. Ela tirou sua venda rapidamente, me pegou no colo, me jogou na cama e me beijou com desejo. Minhas mãos percorriam suas costas por dentro da sua camiseta, não demorou muito e eu a tirei. Minha respiração já estava ofegante, e o prazer mal tinha começado. Ela tirou meu sutiã com delicadeza, eu a olhei e balancei a cabeça positivamente, mordendo meu lábio. Ela entendeu, abocanhou um de meus seios, beijando meu mamilo, enquanto sua mão acariciava o outro. Um gemido quebrou o silêncio. Mais e mais beijos, em todo meu corpo. Me sentei na cama, e a fitei por alguns segundos, meu olho estava a procura de uma coisa, enfim é branca... Um sorriso malicioso surgiu em meu rosto, e a sua bermuda foi parar no chão. Desse vez eu estou por cima, enquanto beijo seu pescoço sua mão toca minha intimidade.. Foi impossível controlar, um gemido abafado saiu e me fez com que eu me arrepiasse. Meu corpo pulsava, clamava por aquela mulher. 
— Amor... - sussurrei em seu ouvido 
Ela assumiu o controle novamente, tirou uma calcinha com rapidez e minhas pernas se abriram automaticamente. Minha intimidade estava molhada, pulsando, aguardando o toque... Uma sequência de gemidos após sentir sua língua em meu clitóris, movimentos lentos, como eu gosto... Essa mulher sabe me fazer delirar. Ao sentir seu dedo me penetrar meu corpo se arrepiou por completo, gemi mais alto que o normal, sem parar com os movimentos da língua em meu clitóris,  seu dedo fazia movimentos de vai e vem. Uma das minhas mãos acariciava um de meus mamilos, e isso fazia com que o prazer aumentasse. Os gemidos eram seguidos pelo seu nome, cada vez mais altos. Eu já não conseguia mais me controlar.
— Mor... eu... - disse como um gemido. Um prazer inigualável tomou conta de mim, um gemido atrás do outro, em alto e bom som,  minha intimidade pulsava.. Pra finalizar aquela noite, ela deu uma leve chupadinha em meu clitóris, foi o fim. Enfim, o clímax.
Após alguns minutos, aos qual eu me recuperava do que acabara de acontecer, percebi que ela estava deitada ao meu lado, beijei-a com ternura.
— Você acabou comigo essa noite. 

_Larissa A.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Você não precisaria de uma eternidade para se sentir pronta para qualquer coisa, não precisaria cair de cima de um muro para ter certeza de que alguma parte de seus ossos quebrem, você já sabe que irá quebrar, por isso não se joga, tem certas coisas que não precisam de experiência própria, basta não ser tolo de cair lá de cima, só basta não cair. Você não precisa se assustar com os milhões de anônimos que andam de um lado para o outro, não precisa ter medo de homens que se batem na noite fria de uma terça-feira qualquer. Não precisa ter medo de se machucar, de sentir dor, um dia irá sentir, um dia quem sabe cairá de um muro, talvez quebrará um osso, ou mais que um, o importante é não se jogar por conta própria, é não cair por pura vontade, não ser idiota. Não tenha medo, meu amor, todos nós morremos todos os dias e voltamos das cinzas, para recomeçar, para viver novamente, para ver essas cores, para viver invernos e infernos, para ser você ou talvez uma figura completamente diferente. Pode gritar pra ecoar, pode ecoar sem gritar, pode vim de longe e chegar perto, venha com destino ou sem destino, mas venha. venha para não sei aonde, venha por onde, as vezes a confusão dessa vida louca não tem solução, mas e se talvez tivesse alguma? será que seria mais fácil? 
Se trancasse seu próprio eu, numa caixa de sapato, tentando sair ileso, tentando salvar uma coisa que vem para se recriar durante todas as fraquezas de uma vida dura -todos temos alguma dureza, todos precisamos fraquejar- você acha que seria capaz de dizer que viveu?
Até uma criança que vem sem saber de nada, cabe a aprender que a mão do pai, que o deixa seguro, um dia não estará lá, ele vai aprender que vai ter que ser essa mão algum dia.  Então venham anônimos, venham homens que se mutilam, venham todo mundo, acreditem, todos somos prostitutos, todos temos mente fracas, e somos levados por outras cabeças, sendo por dinheiro ou não, só queremos ser mais do que apenas um bando de moralistas, que deitam em suas camas, esperando o tempo escorrer nos dedos, todos nós somos fodidos por essa vida, que querendo ou não, é um privilégio, venham viver, venham ser a própria vida!

_Camila M.
A cor dos seus cabelos é a nossa cor.
O amor tem sabor?
Talvez doce como a rosa.
Tenho uma paixão pelas duas
Ela e...
Quero te contagiar
com a nossa cor...
Nos lábios talvez,
o sabor.

_Larissa A.
Talvez eu seja só uma alma que vaga pra la e pra cá, a procura de um lugar pra ficar. Abra seus braços pra eu entrar? Prometo não chorar, nem gritar nem espernear!
Talvez eu não tenha o que lhe dar em troca desse abrigo. Um obrigado, talvez, no pé do seu ouvido. O arrepio singelo te faz querer mais. eu sei, não sou tão bom rapaz.
Rapaz? Alguns me enxergam assim, mas alma não tem sexo, não tem distinção... Todas se ama, e sempre há o perdão.
Quero te abraçar, mas tenho medo de ouvir "não!". Seu sorriso me encanta, sorria pra mim, enquanto aquela moça canta? Seria um prazer imenso te ver assim sendo minha. Não custa nada vai... Eu não quero muito de você.
Talvez...


_Larissa A.